papel elétrico
para o encontro e reencontro de pessoas amigas, de fãs e afins desgarrados por esse planeta, e para mostrar e compartilhar trabalhos de arte.
sábado, 26 de maio de 2012
sol de primavera. meu avô cientista - venda da gravura
essa gravura foi uma iniciativa do saudoso marcelo lanna, http://gilbertodeabreubr.blogspot.com.br/2010/02/momento-imensa-tristeza.html , e seu ibrap (instituto brasileiro de pesquisa da imagem)
foram tiradas 300 cópias em papel couche mate 240 gm2 (fosco), acabamentos: laminação fosca, verniz ultra-violeta localizado. tamanho: 74,0 x 47,0cm, numeradas e assinadas por mim.
sexta-feira, 25 de maio de 2012
o avesso do tropeço - venda do livro
veja mais sobre esse livro: http://gilbertodeabreubr.blogspot.com.br/2009/10/o-avesso-do-tropeco-por-dario-teixeira.html
e também por rogério salgado: http://gilbertodeabreubr.blogspot.com.br/2009/07/o-avesso-do-tropeco-de-gilberto-de.html
quinta-feira, 24 de maio de 2012
campo magnético - venda do livro
texto sobre o campo magnético no linque a seguir: http://gilbertodeabreubr.blogspot.com.br/2008/12/o-ano-de-1985-comeou-cheio-de-promessas.html
algumas filmogravuras que são páginas do livro: http://gilbertodeabreubr.blogspot.com.br/2008/12/filmogravuras.html
uma hq dentro do livro: http://gilbertodeabreubr.blogspot.com.br/2010/09/profissional-liberal.html
sexta-feira, 18 de maio de 2012
joão, gilberto e clarisse - 2ª edição
O trabalho, fruto de três anos, tempo dedicado à criação, ensaios, apresentações e gravações, está em sintonia com a proposta da poesia sonora, que trata o poema não como letra numa música nem como texto a ser recitado, mas como célula expressiva em diálogo com o som, provocando imagens e reflexões. O cd é composto de dez faixas e sete poemas, todos colhidos na safra da poesia contemporânea mineira: Murilo Antunes, Ronaldo Brandão, Luciana Tonelli, Maria José Bretas, Joana Guimarães, além do próprio Gilberto, responsável pela concepção musical e arranjos finais de todas as faixas. Tocando um cavaquinho em outra afinação, acrescida de efeitos sonoro/tecnológicos, dá o tom pra percussão de João Carlos e a rebeca de Clarisse Alvarenga, formando o trio que desembocou no título do trabalho e remete a João Gilberto e Clarice Lispector, dois gigantes da música e das letras. Das três faixas que não trazem poemas, duas são instrumentais, entre elas uma releitura de “Carinhoso”, de Pixinguinha e João de Barro, clássico inquestionável da música brasileira. Há também uma curiosa regravação de “O Tempo vai Apagar”, canção de Paulo César Barros e Getúlio Côrtes, conhecida na voz de Roberto Carlos.
João Carlos, percussionista, parceiro e amigo de Gilberto tem uma participação fundamental nesse trabalho, dividindo com ele a concepção minimalista do cd, que conta também com as participações especiais dos músicos; Tattá Spalla e Fernando Lopes e o ator e músico Kimura Schetino. Clarisse Alvarenga, também jornalista deixou gravada a sua participação com a rabeca em “Gente”, e Gabriela Ruas emprestou sua voz infantil ao “O Monstro”. Gravado e mixado no estúdio Audio-Digital por Sérgio Murilo entre setembro de 1999 e dezembro de 2000, o cd teve edição esgotada, houve ainda uma segunda edição distribuída no “mano a mano”. Com o traço indelevelmente associado à história de um dos mais importantes movimentos musicais do Estado, além de capas de discos de Beto Guedes, ele tem desenhos em discos de Toninho Horta e Lô Borges, para os quais também fez cenários de shows – Gilberto de Abreu não poderia negar a relação que mantêm com a música desde que, ainda na adolescência, se tornou vizinho dos Borges no edifício Levy, no Centro de Belo Horizonte, onde foi morar quando se transferiu de Montes Claros, oriundo de Espinosa, norte de Minas, para a capital. Na estréia fonográfica marcada pela independência, o CD que foi inteiramente bancado pelo artista, à base de permuta com seus quadros, reúne a sua produção poética e a de amigos. O artista plástico, performer e poeta admite ter encontrado no disco o formato ideal para expor parte de sua irrequieta produção artística que, além de desenhos e pinturas, inclui poemas e composições feitas no cavaquinho que toca desde a década de 70, quando entrava em cena em companhia do instrumento no espetáculo teatral “Risos e Facadas”, de Eid Ribeiro e Ronaldo Brandão, inspirados em textos de Samuel Becket. Sobrinho do flautista Oswaldo Lagoeiro, que fez carreira em emissoras de rádio da cidade quando o veículo ainda cultivava performances ao vivo de profissionais da música, e primo do baixista e compositor Yuri Popoff, Gilberto diz que não precisou freqüentar escola de música depois da intensa convivência com os integrantes do então nascente Clube da Esquina. “Enquanto aprendia música com eles, alguns como o Beto Guedes se enveredavam na pintura comigo” recorda das incursões dos dois no ateliê do chorão e pintor Godofredo Guedes, pai de Beto. Na linha inversa dos que fazem da música um mero fundo musical para a poesia, no disco ele promove a interação total das duas manifestações, dando origem a um novo formato do gênero.
“Quando ele dedilha o cavaquinho, parece estar sintonizado a uma época de questionamento e inconformismo, a mesma que viu surgir grande parte de sua produção artística, que hoje ultrapassa 30 anos de vida”.
(De matérias de Alécio Cunha, Ailton Magioli e Alexandra Martins).
Faixas:
01 – clarice lispector, joão gilberto (instrumental)
gilberto de abreu.
violões base e solo, tattá spalla. cavaquinhos base e solo (distorção) e vocal, gilberto de abreu.
02 – pó
murilo antunes e gilberto de abreu
03 – gente
gilberto de abreu
cavaco e voz, gilberto de abreu. percussão joão carlos. rabeca, clarice alvarenga.
04 – quadra 76
maria josé bretas e gilberto de abreu
1° e 2° cavacos e voz, gilberto de abreu. percussão, joão carlos.
05 – carinhoso
pixinguinha e joão de barro
1º, 2° e 3° cavacos, gilberto de abreu. gaita, kimura schetino.
06 – lapso
luciana tonelli e gilberto de abreu
1° e 2° cavacos e voz gilberto de abreu, percussão e voz, joão carlos.
07 – o monstro
ronaldo brandão e gilberto de abreu
voz, gabriela ruas
1°, 2°, 3°, 4° cavaquinhos e voz, gilberto de abreu,. percussão e voz, joão carlos.
08 – só o tempo vai apagar
getúlio cortez e paulo césar barros.
cavaco base e cavaco solo (distorção), gilberto de abreu. instrumento de pvc, joão carlos.
09 - velhocyclo
gilberto de abreu
cavacos, base e solo, e a voz, gilberto de abreu. percussão, joão carlos. teclados, fernando lopes (batata).
10 – joão gilberto
joana guimarães e gilberto de abreu
violões base e solo, tattá spalla. cavaquinhos base e solo (distorção) e voz, gilberto de abreu.
Gravado no estúdio áudio-digital entre setembro de 1999 e dezembro de 2000, por Sérgio Murilo. Mixado por Sérgio Murilo e Gilberto de Abreu. Masterizado no estúdio Sonhos e Sons por Evandro Lopes, em dezembro de 2000.
Belo Horizonte, Minas Gerais.
2ª edição - independente. distribuída pelo correio.
receba o seu em casa. entre em contato pelo e-mail: gilbertodeabreubr@gmail.com
quinta-feira, 10 de maio de 2012
kimura schetino apresenta: 'um relatório para uma academia' de franz kafka
Um palco, um piano, um macaco e muita emoção
Três anos após o primeiro contato com o texto e de um longo processo de preparação, Kimura
Schetino faz, no dia 17 de maio, às 20h30 no CentoeQuatro a leitura dramática de "Um relatório
para uma academia", conto de Franz Kakfa escrito em 1917.
No conto de Kafka, um macaco elegantemente vestido relata a membros de uma academia de
ciências seu processo de humanização, única saída da condenação à jaula. O macaco nasceu nas
florestas da Costa do Ouro, região da África Ocidental. Capturado, foi aprisionado e transportado até
Hamburgo, na Alemanha. Entre o cativeiro do zoológico e a liberdade proporcionada pelas turnês
teatrais, o símio prefere a segunda opção. Seu sucesso e prestígio na atividade escolhida são
crescentes - sua trajetória o leva da condição de animal selvagem à de humano civilizado, doutor em
diversas disciplinas e frequentador de banquetes.
O texto é posterior a “Metamorfose” (1912), uma das obras mais conhecidas de Kafka na qual o
autor conta a história de um homem que um dia acorda transformado em inseto. Em "Um relatório
para uma academia" a ótica é invertida, um animal se transforma em ser humano. O conto ironiza a
teoria de evolução de Darwin, colocando em cheque o sentido de evolução enquanto melhoria ou
superioridade humana.
A sugestão de montagem da peça foi feita a Kimura pelo diretor, autor e roteirista Eid Ribeiro, com
quem o ator já trabalhou no teatro. A preparação para a leitura incluiu um período de recolhimento,
no qual Kimura passou longa temporada no entorno do Retiro das Pedras buscando viver num
ambiente mais próximo ao habitat do macaco. "Esse período junto à natureza. andando pelas matas,
tomando banho de cachoeira foi essencial para a preparação e para dar emoção às palavras
proferidas pelo personagem. Passei a maior parte desses três anos sofrendo, decorando
exaustivamente, rindo, chorando, buscando o entendimento do texto através da leitura e da
repetição. Foi um processo de muita solidão" diz o ator.
Em cena, Kimura divide espaço com pianista Henrique Cabral, que executa ao vivo a trilha composta
especialmente para a peça. O resultado é uma montagem moderna, densa e cheia de emoção. A
iluminação é de Gilberto de Abreu. A leitura tem duração de 40 minutos.
SOBRE KIMURA SCHETINO
"O que procura tanto o céu, nos olhos de Kimura? Todas as vezes em que me encontro com ele, fica
o desafio do silêncio no “o que é que você está vendo aí?”, língua silente dos gatos sorvendo o calor
debaixo dos carros estacionados na normalidade do vazio. Língua do “p” de macacos estranhos,
insistindo na intensidade do outro, esse domesticado senhor das coisas que vão para o lixo. Macacos
humanos na proa desse outro...volta, por favor !!, pede a “trivialidade do grotesco” em Kafka. Volta
dessa mundanidade dos relatórios e das academias e toca o céu nos olhos do Kimura, admirável
redemoinho blue do macaco-homem no palco de si mesmo" Marcos Pedroso - poeta, escritor, autor
dos livros “Recorte dos Olhos”, “Estivais”, “Acabou” e “desautor”, junto com João Paulo Gonçalves da
Costa, Márcio Sampaio e Rodrigo Lodi, de “Mais Infinito”. “Estivais” e “Acabou” foram publicados no
Brasil, Alemanha, Suíça e Inglaterra.
Kimura Schetino é um artista multimídia que transita por diversos campos das artes, como o teatro,
cinema, televisão, música e poesia. Iniciou a carreira na década de 70, período que mesmo sem as leis
de incentivo, havia um intenso movimento de teatro. Conheça alguns trabalhos que o ator
desenvolveu nesses mais de 40 anos de trajetória:
TEATRO
2008 | Hipocondríacos, graças a Deus | Texto e direção: Walmir José
2000 | Eu e os Anjos | Direção: José Sette
1980 | Grupo Carne e Osso | Peça: As Criadas, texto de Jean Genet | Direção: Eid Ribeiro
1983 | Sai da lama jacaré | Musical - Direção: Buza ferraz.
1977 | Grupo Dinossauro | Peça: Risos e facadas | Direção: Eid Ribeiro e Ronaldo Brandão | Texto:
Samuell Becket - A peça une duas peças: “O fim de jogo” e “Esperando Godot”.
CINEMA
2012 | O fantasma do cinema | Direção: Fábio Carvalho (será lançado em breve)
2004 | Amor perfeito | Direção: Geraldo Magalhães
1986 | A dança dos bonecos | Direção: Helvecio Ratton
1985 | Um filme 100% brasileiro | Direção: José Sette
TV > Novelas e minisséries
1990 – Mico Preto (Rede Globo)
1991 – O Portador (Rede Globo)
1989 – Kananga do Japão (TV Manchete)
1989 – Top Model (Rede Globo)
SERVIÇO
Teatro - "Um relatório para uma academia"
Duração: 40min
:: Quinta-feira, 17 de maio de 2012
Horário: entrada até 20h30 mediante reserva antecipada*
Couvert: R$15,00
CentoeQuatro | Praça Ruy Barbosa, 104 | Centro
Reservas: 3222-6457 | contato@centoequatro.org
*Não será permitida a entrada sem reserva e nem após o horário marcado. Para garantir a qualidade
do espetáculo, ao início da leitura, o serviço de bar será suspenso.
CONTATOS
Kimura Schetino
(31) 2526-9704 | 9229-2573
Assessoria de imprensa CentoeQuatro:
Mônica Boscarino
(31) 8491-7293 | monica@anagrama.ag
foto rodrigo lodi
terça-feira, 24 de abril de 2012
na capitura do amanhecer
este desenho, a versão em preto e branco foi publicado, no suplemento dormente do jornal o vagão, do wanderley batista em 77/78.
neste desenho faço uma ligação com a música o caçador de márcio e lô borges.
sábado, 7 de abril de 2012
terça-feira, 3 de abril de 2012
ilustrações - jornal pampulha
durante três anos (1997/2000) ilustrei semanalmente o jornal pampulha.
este desenho acima foi capa de um dessas edições.
o jornal de tempos em tempos, fazia uns testes para os seus leitores,
testes sobre coisas cotidianas e afins. este foi sobre o nível de sedução dos leitores.
domingo, 25 de março de 2012
os abreus do gilberto
luando, tito, gilberto, tamira, lis e josé rafael
e os abreus dos abreus do gilberto:
pedro, luana e clarice
fotos renata queiroz
quinta-feira, 22 de março de 2012
gilberto de abreu na casa lima d'artes (2)
quarta-feira, 14 de março de 2012
gilberto de abreu na casa lima d'artes (1)
desde o começo eu sempre soube que não ia passar toda a minha vida pintando telas, mas que também iria pintá-las por toda a minha vida.
minha inquietude sempre me levaria a pintar noutros suportes e 'pintar' noutras manifestações artísticas. fazer outras espécies de quadros.
as telas que estão na casa lima d'artes traduzem este momento, o do ofício do pintor; acordar e ir pro ateliê trabalhar.
pintar por pintar, só pra ver a cara dos quadros.
porem, pouca novidade pra minha inquietude. só lembranças formas cores climas e cheiros, o ritmo.
a pintura é tóxica. a pintura é viril.o desenho é delicado.
a novidade das telas está só na pintura.
este é um momento intimista compartilhado com a recém inaugurada casa lima d'artes, que também traz esse viés, pois a galeria é do artista plástico carlos macedo, da sua esposa cida e da filha luisa.
estamos todos em casa
estamos todos em casa
quinta-feira, 8 de março de 2012
terça-feira, 6 de março de 2012
sexta-feira, 2 de março de 2012
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
intermezzo XXVIII -baú - meio pra tampa. gilberto de abreu por henry graffmann
foto de henry graffmann em são paulo no período da exposição latinoamericana : grupo azar for export no brasil.
nessa cidade foi realizada no sesc pompeia. em 1992.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
praia do ar
o buraco fica do lado de fora. e a gente pode cair, e também pode sair, na praia do ar.
aquarela sobre papel fabriano, 1978. 30x30cm.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
n(1)segundo - leite materno
este micro vídeo contém os 24 quadros a óleo sobre tela, 54x43x05cm, que fiz para a exposição n(1)segundo dentro do projeto fotograma, realizada no cine belas-artes, em 2005.
nesta exposição eu fazia uma homenagem ao cinema, quando fiz 24 pinturas fazendo uma alusão aos 24 fotogramas que compõem 1 segundo numa película cinematográfica.
o tema leite materno veio diretamente ligado a mim, pois recente haviam nascido meus gêmeos, e o leite materno foi de vital importância para eles.
o som deste vídeo é de minha autoria;
tocado por marcelo cacique na guitarra.
mário castelo na bateria
paulinho carvalho nos baixos
luando de abreu nos teclados
e gilberto de abreu no cavaquim e voz.
este som é um trecho de alguns segredos do tempo, gravado no estúdio audiodigital, por sérgio murilo.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
'o homem nu', crônica de fernando sabino, ilustrações de gilberto de abreu
ilustrações para a crônica o homem nu de fernando sabino. acrílica sobre cartão. 2011. gilberto de abreu
parte do projeto encontro marcado com fernando sabino.
livro doado pelo projeto a alunos da rede pública de ensino.
clique na imagem para ampliá-la, e assim você lerá o texto mais confortável.
parte do projeto encontro marcado com fernando sabino.
livro doado pelo projeto a alunos da rede pública de ensino.
clique na imagem para ampliá-la, e assim você lerá o texto mais confortável.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
marina machado canta dondestás de lúcio tadeu e gilberto de abreu
essa gravação é feita só com a participação dela e do tatta spalla ao violão, guitarra e vocais.
este cd é de 2003.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
a privataria tucana - amaury ribeiro júnior
esta pessoa é o amaury ribeiro júnior, que conheci e convivi quando frequentávamos o café urrubu do ator helinho, irmão do hélcio zolini, colega de profissão do amaury recém chegado a bh, que o levou ao café urrubú, sendo adotado por ele como um de seus locais preferido (e vice-versa).
nós, os poucos e fiéis frequentadores do bar cultural nos divertíamos muito ouvindo-o contar as suas verdadeiras aventuras/making of, dentro disso que é o jornalismo investigativo.
de repente vejo nos noticiários o amaury sendo processado, difamado, pelo exercício do seu próprio ofício, tudo muito estranho; pela internet lí e linquei para os daqui do papel elétrico o seu depoimento à polícia federal para que pudessem ver na íntegra o que a imprensa estava publicando em trechos duvidosos, manipulados.
pelo conteúdo explosivo do livro que ele estava fazendo temi pelo amaury, foi quando fiz este post: http://www.gilbertodeabreubr.blogspot.com/2010/10/intermezzo-xix-os-poroes-da-privataria.html
agora,
o livro tão falado e esperado pela grande mídia (internet) e praticamente inexistente pra grande imprensa (revistas, jornais e televisões), contém tudo aquilo que foi prometido, não só no material técnico documental como também em jornalismo, esse ser invisível que é vital e vitaliza a todo aquele que o pratica, encantando com informações a todos que se interessam.
o que me leva a escrever sobre o privataria tucana, além de dar um retorno a quem passou os olhos nessas páginas elétricas de 29 de outubro de 2010 até hoje, é que vi nele um livro,
esse que os poetas filósofos e escritores dizem que muda as coisas...
e teria sido mais um livro sobre esses assaltos que nós brasileiros tanto sabemos, e que muitos sentem na carne e que custam muitas vidas e sonhos, afirmando sempre que a lei é uma coisa, e a justiça é outra. não fosse a entrada da figura humana do próprio autor dando novas tintas às suas palavras. e essas tintas foram essenciais para o livro.
quando a imprensa aqui no brasil age como partido político, ela é chamada de pig (partido da imprensa golpista), e foi como pig que foram pra cima do amaury, o mesmo que já os enchera de prêmios e citações por suas excelentes e corajosas reportagens), e o amaury se viu no pântano, acuado numa orquestração que usava uma partitura já manjada, mas sempre executada pelos podres poderosos; o 'amaury agora era o pior cara desse país'.
só que ele não estava sozinho, além do jornalismo e os que o representam, tem aquele que é: um filho seu não foge à luta.
o amaury no pântano não era novidade, ele sempre estava lá como jornalista investigativo colhendo pepitas para as suas reportagens, as mesmas que davam credibilidade aos jornais que agora o difamam ou tentam pôr em dúvida a capacidade e a própria honra do ser humano amaury ribeiro júnior.
só lhe restou um espaço onde ele pudesse se defender plenamente: o livro.
e aí toda aquela papelada fria e burocrática começou a produzir calor, o texto foi fazendo a luz, e saindo dessa coisa mais forte que bate dentro de um sentimento coletivo amalgamando tudo, pulsou na minha frente um livro, esse que os poetas filósofos escritores jornalistas professores dizem que mudam as coisas...
o conteúdo já era esperado desde que na adolescência tomei consciência que vivia num país colonizado onde a elite política sempre entregava o ouro assim formando a elite financeira (com exceções, claro), aqui e na américa do sul, mas tanto aqui como lá, e da minha adolescência até agora (um filho seu não foge à luta), cada vez mais o estrangeiro tem levado menos... talvez isso seja mais um ingrediente pra crise deles.
mas em a privataria tucana tudo isso tem o sabor do novo, a literatura do amaury tem o poder de nos levar pra dentro desse mundo, penetrar no meio dos corruptos tupiniquins e seguir seus golpes, dá até pra sentir o coração do corrupto embolsando uma bolada de milhões de dólares...
é, o livro é real.
o que eu espero é que instalada essa cpi que o livro gerou, os bons políticos, independente de partidos, consigam nos livrar dessa gente e seus corruptores com o seu dinheiro sedutor, devolvendo o dinheiro a quem tem direito: o povo brasileiro.
enfim, quero que se faça ver a tão falada, raríssima e conclamada justiça.
ps: todas as informações que compõem este texto foram por mim recolhidas na grande mídia, somado ao que conheço, agora mais, do sr amaury ribeiro júnior, claro que não juntei a isso as 'informações' que a grande imprensa tentou passar, pois elas só esclareceram mais as coisa pra mim, se tornando mais um ingrediente pra áurea do livro; esse que os poetas filósofos escritores jornalistas políticos professores artistas médicos engenheiros frentistas cientistas verdureiros atletas.....

ps1 :para ver um ensaio fotográfico sobre o café urrubu, clique no linque a seguir:
http://gilbertodeabreubr.blogspot.com/2010/01/momento-saudades-noites-no-cafe-urrubu.html
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
tatta spalla - aqui, ali e aí
pra chegar a esta imagem eu e o tatta misturamos um desenho meu com uma foto dele copiada de um cartaz que fiz para um de seus primeiros shows solo em bh.
hoje quando faço este post o tatta embarca pra europa, está indo pra luxemburgo, levando caixas de cds para dois lançamentos nesta cidade, neste fim de semana.
a música que dá nome ao cd é da nossa parceria, como também o projeto gráfico é assinado por mim.
em breve colocarei aqui no papel elétrico as músicas e mais informações sobre esse belíssimo cd, que conta também com a participação parceira de toninho horta.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
papelaria - um mais um é igual a cinco. leonardo maciel e gilberto de abreu
folder 22x32cm. para a exposição um mais um é igual a cinco. gilberto de abreu e leonardo maciel. fotos eliane torino, feli e cristiano quintino. texto apresentação fernando tavares
em outubro de 89, eu e o leo o maciel fomos com vários de nossos trabalhos pra ribeirão preto (sp), diretamente pra itaugaleria para inaugurarmos a nossa exposição em dupla. foi muito boa nossa exposição e a nossa vivenciada por uns 3 dias pela cidade.na volta paramos em são paulo, nos hospedamos de visita no 'tumbão' do zara ficando mais uns 3, 4 dias vendo a bienal e a noite paulistana, já que o tumbão do zara era bem no centro da pauliceia.
na bienal tinha algumas coisas muito legais mas também havia coisas esparsas e sintonizadas numa mesma corrente, muito apelativas. pela primeira vez me deu uma raiva estranha daquilo tudo ali.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
momento coleções - amorosa e casal ligado
acima casal ligado óleo sobre tela, 22x28cm 2011. mais acima amorosa 22x28cm 2011. ambos coleção flávia d lanna
sábado, 10 de dezembro de 2011
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